Como se não quisesse nada ela caminhou pelas pedras, analisou um bom lugar, observou se ali ficaria tranquila, se sentou, cruzou as pernas, fechou os olhos, respirou profundamente algumas vezes e desapareceu para dentro de si mesma.

Sem se mexer ela sentiu que essa é era a maior de suas movimentações, a interior.

Juliana Diniz em um momento atemporal e onipresente.